Galo volta renovado

Há pouco menos de um mês do retorno do Campeonato Brasileiro A2, em 25 de outubro, o Galo finalmente anunciou cinco novas contratações após uma série de dispensas – foram 10 baixas durante a pandemia, incluindo preparador físico e auxiliar técnica, além da desativação da categoria de base. 

Foto: DANIELA VEIGA / AGÊNCIA GALO / ATLÉTICO

Conforme adiantou a repórter Natália Andrade no portal Deus me Dibre, conheça um pouco da trajetória das novas Vingadoras:

  • Flavinha, zagueira que disputou o Brasileiro A1 pelo Internacional na última temporada e tem passagens por equipes como o 3B Sport, Kindermann, São José e Flamengo.
  • Gabizinha, atacante que iniciou no Galo, passou pelo América e estava jogando no Franklin Pierce University, time universitário do estado de New Hampshire, nos Estados Unidos.
  • Manu Balbinot, meio campo que estava na Chapecoense, onde disputou torneios sub-17 e se destacou.
  • Brenda Leal, volante com passagens por Centro Olímpico, São Bernardo, Juventus (SP), Revenna Woman, Embu das Artes e que iniciou a temporada no América. Brenda deixou o coelho há pouco tempo, com  destino ao Famalicão, de Portugal, mas a negociação não foi concretizada e a atleta optou por aceitar a proposta das Vingadoras.
  • Amanda, goleira que também veio das categorias de base do Galo, disputou a Copa Mássime pela equipe e foi promovida para o time principal.

Antes de brigar para o acesso à série A1, entretanto, o time precisa ultrapassar o básico: buscar a primeira vitória na história da competição.

O Galo é o clube mineiro com maior tradição no futebol feminino. Apesar de termos poucas informações, sabemos que mulheres vestiram a camisa do clube nos anos 1980, 1990 e as vitoriosas equipes dos anos 2000. Foram formadas aqui algumas estrelas da seleção, como Tamires e Raquel Fernandes, e no ano passado a meio-atacante Duda chegou a fazer uma rápida passagem entre as melhores do país. 

Porém, o constante desinvestimento na modalidade, que ainda está no seu segundo ano de trabalho, tem apagado a projeção nacional do clube. Assistimos passíveis enquanto o outro lado da lagoa tem diversas atletas convocadas constantemente, e não chegamos nem perto de chegar ao acesso da A1 no ano passado. 

“O grupo estava carente no meio de campo e consegui reforçar o setor. A zaga também ganha um reforço experiente, Flávia Gil é uma peça-chave para esse elenco jovem. Diminuí o grupo mas ganhei em qualidade. Aos poucos tudo vai dar certo”

Técnico Hoffmann Túlio, em depoimento ao Deus me Dibre

Com nova equipe técnica e elenco parcialmente renovado, esperamos tirar o atraso e disputar de igual por igual com as demais equipes do Brasileirão.

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